terça-feira, 8 de dezembro de 2009
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
África do Sul 2010
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Para refletir - dica de leitura
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Final de ano do Adão!

Tudo aconteceu no último domingo! Céu azul, calor de arder o crânio, último evento para coroar um ano perfeito para os frequentadores e amantes da alta cozinha. A Festa já era anunciada, no cardápio, Brahma, Skol, Antártica, Smirnoff, Orloff, Pinga e coisas doces. Os convidados chegaram cedo e começaram a molhar o bico. Papo vai, papo vem, e o assunto era um só, o desempenho do Bistrô em 2009.
Tá na cara que a equipe do Adão irá sofrer algumas baixas, uma em especial fora confirmada na última semana o treinador da equipe, pessoa de confiança do Chef. Quem irá substituí-lo, nomes surgem, o papo vai melhorando, as horas passando e o almoço tava quase na hora de sair. E as 17 hs foi servido o banquete, no cardápio, peixe! No início uma delícia, mas no final a turma de tão cheia ficou mesmo empatada de tanta alegria. E no concorrente, que leva o nome de Futuro, as coisas não foram muito boas. Mas também, quem mandou acabar o ano servindo frango!
Não preciso falar muito sobre 2009. Valeu Adão!
Só deu maluco!
Sábado ao sair da Cristal Clean já estava pensando no que o final de semana iria se transformar. A agenda estava lotada.Já na sexta, entornei o caldo no finéééérrrrrrimo bar, num famoso xópen da grande Trindade. O bar é bom, bem servido pacas, porém caro e o marrometro* chegava ao seu limite. Feras das pistas que iriam participar do evento no novo cartódromo do Governador já esquentavam os motores antes do dia raiar. Ficava imaginando na ressaca dos caras colocando o macacão no dia seguinte, num calor dos infernos, colar as costas num banco escaldante, tudo para tomar coro do alemão. Deixa eles!
Voltando ao sábado, chego no aniversário do polaco mais novo do clã do Vô Miroslau, o intrépido Pedro Henrique, para uma Paella preparada pela Dra. Miriam, eleita a mãe do ano! Nem preciso dizer que a gangue do rapaz já se fazia presente: o lindo Tesourinha, pegador mor do Folianópolis, o famoso empresário Tijucano, o Tijucas e outras feras já se esbaldavam no latão de Brahma que com a minha ajuda e a do Nado, já estavam com as horas contadas.
Ainda havia um outro programaço, o campeonato de dominó da Sekurit, na casa do Marquinho Toniolo. Mas esse evento merece postagem própria.
Os embalos acabaram nem sei que horas, mas eu e a Bê demoramos uns 45 minutos para ir do continente até o Rota onde pedi um rango, mas disparei antes mesmo deste chegar. O sono apertou e a ressaca dominical era óbvia, porém o dia reservava outras emoções. Aguardem o post sobre a festa de fina de ano do Adão.

Pornochanchadas e birinights - 01 - 27/11/2009
Turma,
Entre nossas escolhas de hoje, começamos com um velho conhecido do final da década de 70, “Nos tempos da Brilhantina”, ou Grease, no título original. O enredo do filme se passa na Califórnia da década de 50, Danny (John Travolta) e Sandy (Olivia Newton-John), um casal de estudantes (como toda comédia romântica americana previsível que se preze) trocam juras de amor, mas se separam, pois ela voltará para sua terra natal, Austrália. O filme faz o estilo mela cueca que todos vocês estão cansados de assistir na FOX e TNT, com a vantagem de não contar com o Fred Prince Jr. no elenco. Voltando ao roteiro, os planos mudam e Sandy por acaso se matricula na escola de Danny. Para fazer gênero, ele, um rebelde de meia tigela – além de brega - infantilmente lhe dá uma esnobada, mas os dois continuam apaixonados, apesar do relacionamento ter ficado
Pra fechar, alguns dizem que o filme pode ser encarado como uma homenagem à vida no Colegial nos anos 1950 na América, onde acompanhamos todos os estereótipos do gênero comédia romântica adolescente com músicas que fizeram história no cinema. Aliás, talvez a trilha sonora seja a única coisa que preste nesse filme. Vá lá, as músicas até que são boas. De resto, é tudo muito ruim. Isso porque, não bastasse ser uma comédia romântica de fato, foi gravado na forma de musical. Aí, ninguém merece!
Já a nossa versão...
Se os yankees vêm com Grease ou Nos tempos da Brilhantina, nós rebatemos com o espetacular “Nos tempos da Vaselina”, com direção de José Miziara e José Sampaio, e roteiro do próprio Sampaio, produzido, assim como o primeiro, no final dos anos 70. Baita filme, muito melhor que o primo americano. Não podemos negar que também se trata de comédia, porém, o romantismo aqui foi jogado às favas.
Esse grande sucesso das chanchadas traz a história do caipira Onofre (João Carlos Barroso), um jovem do interior que vem para o Rio de Janeiro, convencido pelo primo sacana, em busca dos prazeres da cidade maravilhosa. Aqui, a bandalheira come solta tanto na noite carioca como na praia de Ipanema. Dezenas de desventuras se colocam em seu caminho, sendo seu jeito interiorano sempre um agravante, na praia, na discoteca ou no motel, pois desacostumado com os hábitos locais, o caipira sempre dá vexame, tornando-se motivo de piada. Acontece que Onofre contava com uma grande aliada, sua virilidade, fazendo com que conquistasse todas as mulheres da cidade. Até que um dia, para o espanto de todos, o rapaz aprende a dançar e faz sucesso em uma discoteca. O que já vinha relativamente bem, só melhora. A partir daí é um show atrás do outro, e a pegação só aumenta até o final do filme. No elenco do filme contamos ainda com as premiadas atuações de Meiry Vieira, Aldine Muller, Kate Lyra, Andrea Camargo e Maurício do Valle.
Quatro bexigas na nossa avaliação.




